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A Importância Do Delivery Em Tempos De Coronavírus

A Importância Do Delivery Em Tempos De Coronavírus

A Importância Do Delivery Em Tempos De Coronavírus

A importância do delivery – vouchers e a necessidade urgente de incentivos governamentais para sobrevivência dos bares e restaurantes no brasil

O setor de bares e restaurantes está vivendo sua pior crise desde a gripe espanhola em 1918 que dizimou milhões de pessoas em todo mundo. Nem durante a 2ª Guerra Mundial houve uma situação como a que estamos vivenciando agora. Os especialistas em saúde pública e infectologistas de todo mundo defendem que as pessoas fiquem em suas casas.

Tal medida segundo os experts tem como objetivo promover o chamado achatamento da curva. Trocando em miúdos, este termo que alude a um gráfico, tem por escopo evitar que muitas pessoas se contaminem ao mesmo tempo sobrecarregando os hospitais. Itália e Espanha são exemplos clássicos de países que não adotaram no início medidas de isolamento social não obstante os apelos da comunidade científica. Hoje a situação destes dois países é de terra arrasada com hospitais saturados e economia à beira do colapso.

O Brasil começou a adotar medidas mais restritivas em relação ao coronavirus somente na semana passada. Até o dia de hoje o país contabiliza 2915 casos de pessoas contaminadas e 77 mortes. Ocorre que este número pode ser até 15 vezes maior segundo projeções feitas por universidades.

Neste cenário caótico, bares e restaurantes estão tendo que reinventar-se para sobreviverem. Lado outro, os governos precisam agir rápido para evitar a quebra destes estabelecimentos que geram milhões de empregos em todo país.

Os Estados Unidos por exemplo anunciaram uma injeção de US$ 2.000.000.000.000,00 (dois trilhões de dólares) na economia. Há no Brasil um impasse entre o presidente de um lado e os governadores/prefeitos do outro sobre a adoção do isolamento vertical, não recomendado pela OMS.

Diante deste impasse empresários brasileiros, que são conhecidos mundialmente pela capacidade de adaptar-se a cenários de crises econômicas, estão apostando suas fichas no delivery e em vouchers que as pessoas adquirem agora com descontos superiores a 50% para serem utilizados assim que a pandemia passar.

A maior iniciativa até agora foi da AMBEV, através de sua marca de cerveja Stella Artois, com a campanha “Apoie um Restaurante” que doará R$ 50,00 para os estabelecimentos a partir de uma plataforma desenvolvida em parceria com o Chefs Club. Os clientes devem acessar o site ChefsClub, comprar um voucher de R$ 100,00 reais, que terá 50% de desconto. Com este gesto solidário você ajuda os restaurantes a enfrentar esta crise e ainda ganha R$ 50,00 para consumir nos seus restaurantes prediletos.

Outra estratégia que tem ajudado, embora não resolva o problema de queda de 80% do faturamento, é o investimento pesado em delivery próprio ou através das plataformas ifood, Uber Eats, Rappy, dentre outras. Esses aplicativos juntamente com vários bares e restaurantes estão isentando os clientes de pagar taxas de entregas e muitos estão concedendo descontos generosos nos valores dos pratos.

O caso dos bares de coquetelaria é ainda mais sério que o dos restaurantes e dos bares tradicionais Muitos bares de Nova Iorque estão fazendo delivery de coquetéis com sucesso. Um deles é o Dante, atual melhor bar do mundo, que está disponibilizando a entrega de alguns clássicos e de três variedades de seu martini – olivette, martinez e pétala de rosa – vendidos em garrafas com capacidade para 10 coquetéis. No Brasil o consumo de coquetéis está em franco crescimento e talvez o delivery possa ser uma opção viável especialmente nas grandes capitais. O voucher tem mais condição de êxito nos bares de coquetelaria que o delivery.

Infelizmente, delivery e vouchers são medidas paliativas que permitem uma sobrevida aos bares e restaurante por um curto período. É preciso portanto que a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – ABRASEL – intensifique sua atuação junto aos governos em defesa dos bares e restaurantes para evitarmos uma catástrofe com falências e demissões em massa.

Segundo o Jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o presidente teria assinado uma Medida Provisória – MP – liberando 36 bilhões de reais de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT – para cobrir os salários dos funcionários de bares de restaurantes por três meses. Tal MP, contemplaria de forma integral quem ganha salários de até R$ 3 mil reais. Os trabalhadores que tiverem salários superiores a R$ 3.000,00 também seriam contemplados mas sem a integralidade do salário. O ato também disporia sobre adiamento de pagamentos de impostos e contribuições.

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